O política revisitada inicia 2012 de forma diferente, duas opiniões sobre o mesmo fato. A volta de Thiago Neves ao Fluminense. Nessa tribuna livre, a opinião de dois torcedores sobre os fatos.
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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Thiago Neves - duas opiniões
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Aprendendo a respeitar Neymar
Neymar, aos 19 anos já conseguiu comprovar ser um grande jogador, superando qualquer comparação com outras promessas do futebol brasileiro recente. Inclusive o também "menino da Vila", Robinho.
O moleque dribla com facilidade incrível e capacidade de improviso surpreendente. Arma jogadas com destreza, se movimenta com velocidade e bate bem na bola com as duas pernas, características que já o colocam acima da média de todos jogadores brasileiros da atualidade.
Sempre tive os dois pés atrás com ele. Não defendi sua ida a Copa e continuo acreditando que não era a hora. Reclamei muito na época que caía demais e forçava exaustivamente faltas, se aproveitando da habilidade e do corpo franzino. Achava que não iria longe, seria apenas mais uma promessa. Mas com o tempo, fui prazerosamente queimando a língua e me rendendo ao futebol desse garoto.
domingo, 20 de novembro de 2011
Com o Tupi pelos próximos 100 anos
Escrevo esse texto antes da decisão. Por dois motivos simples: o primeiro é para efeitos de justiça. O segundo é que depois da partida, qualquer sentimento me impedirá de escrever mais do que poucas linhas.
Quando falo em justiça me refiro ao fato de que o Tupi já venceu. Conquistou o acesso com todas as dificuldades tradicionalmente impostas ao clube. Mas é fundamental ser ainda mais justo e dizer que nada disso seria possível se não fosse o esforço inédito da diretoria em montar uma equipe para disputar a série D, melhor que a que disputou o mineiro.
Subimos, amigos, com resultados convicentes, jogando futebol bonito, e no momento mais dificil da competição fizemos chover gols, promovendo placares elásticos, empolgando a torcida e chamando a atençaõ deste país para o Galo Carijó.
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
O dia que João Saldanha atirou no goleiro Manga
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
A nação tricolor está de luto - morre Ézio, o super herói tricolor
Nosso Super Ézio perdeu a guerra contra a doença. Descanse em paz, guerreiro, você que deu tantas alegrias ao Fluminense, honrando com amor o pavilhão!
Teus feitos permanecerão eternizados em nossa história e do futebol brasileiro!
No dia 10 de setembro eu havia escrito um post em hoemnagem a ele. Confira:
http://politicarevisitada.blogspot.com/2011/09/o-super-heroi-tricolor.html
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Por que Ciro não é aproveitado?
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| (Foto: Bruno de Lima) Lance! |
Quando o jovem Ciro marcou seu primeiro gol com a camisa do Fluminense, contra o Atlético Paranaense, deixou transparecer uma emoção nítida. Para um locutor incauto, Ciro parecia não estar acreditando que teria feito um gol, porém, depois do jogo fez questão de contar que a emoção veio por estar realizando um sonho do pai, que sempre quis vê-lo atuando por um clube de tradição como o Fluminense.
Para alguns tricolores como eu, que acompanharam a trajetória do jovem Ciro, sua vinda para o Fluminense representava uma possibilidade de ver um atleta de futuro promissor, com grandes feitos com a camisa do Sport, despontar e contribuir para o projeto de um Flu vencedor.
sábado, 6 de agosto de 2011
O Fred pode ficar. Surfar, passear, beber. E daí?
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| Frederico Chaves Guedes - herói tricolor. Pelos serviços prestados ao eterno, merece meu respeito. |
Caros amigos e amigas, haja estômago para nos debruçarmos sobre o futebol em certos momentos, não é? Quando o Flusão começa a engrenar, a equipe ganhar corpo, vem um incidente desse, e ainda por cima, com o Fred.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Seleção brasileiro: eu torço
Caros amigos e amigas, é inquestionável o sentimento gigantesco que toma conta dos corações quando o assunto é o clube de futebol da predileção de cada um. É claro, vou morrer dizendo que a "Máquina Tricolor" foi sem dúvida a maior equipe de todos os tempos, superando até mesmo a seleção brasileiro de 1970, ou até a de 1982, um dos mais perfeitos e belos times já vistos em campos de futebol. O que dizer do "Fantasma do Mineirão", equipe memorável do Tupi, que em 1966 venceu os "grandes" da capital e arrancou um empate com a seleção de Pelé e Garrincha?
Mas sem medo de ser feliz, ou de arrefecer o clubismo que toma conta de meu coração, devo confessar que torço, distorço, e me emociono com a seleção brasileira. O que não significa que perco o senso crítico com os erros de técnicos, o corpo-mole de atletas milionários ou mesmo o "cabecismo-de-bagre" de alguns que vestem a amarelinha. Emblemático: quem não se lembra de Robert, o moço da testa grande, do Santos, vestindo a camisa 10 da seleção? (Sim, chega de tortura, não citarei mais exemplos!)
O fato é que os gordos salários e contratos de publicidade que vinculam cada vez mais os atletas aos clubes, principalmente europeus, impuseram uma lógica dura às seleções nacionais. Um simples amistoso, que na década de 70 e 80 seria alvo de cobiça de muitos atletas, hoje torna-se desinteressante para a maioria deles, que passam a colocar na balança os riscos da exposição a uma partida ruim ou a uma contusão. Vide o caso de Marcelo do Real Madrid (mas vocês sabem, não sou rancoroso e queria o menino no time, ainda sim).
Hoje, quando assisto uma partida da seleção brasileira, sinto que as coisas vão mal. Dá uma sensação de que estamos assistindo um provável fim de um caminho que outrora era o único para a glória. E aos poucos, com os atletas cada vez menos colocando seus pés nas divididas das competições multinacionais, a torcida vai aos poucos tirando o coração e garganta.
Mas eu sou um ufanista. Não me rendo a esa onda "cool" de virar as costas a seleção. Nem em nome do desprezo ao futebol ou mesmo pelo clubismo. Torço e resisto por acreditar que enquanto a seleção tiver um povo que a carregue nos braços, ela não será surrupiada pelos patrocinadores que cada vez mais insistem em interferir nos destinos do futebol.
Se os clubes são a base e sentido do futebol, seu nascedouro, a seleção deve ser o motor da ambição, da união nacional que leva a frente a vontade de ser melhor, de ser a potência do futebol.
Sempre me lembrarei com os olhos cheios d'água da determinação de Branco em 94, que mesmo fora de forma, emprenhou-se em sua recuperação como um bravio soldado em busca da retomada da trincheira adversária, e conquistando forma entrou para ser herói naquele 3 x 2 contra a Holanda. Bomba santa, povo em festa!Sim, amigos e amigas, sou um hegemonista no futebol, e torcerei para que a seleção continue conquistando canecos, obrigando o mundo a se render a nossa supremacia no reino da bola!
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Tupi F.C apresenta novo técnico
Nota da assessoria de imprensa do Carijó:
| foto: Footbook |
"Anunciado na tarde desta terça-feira, 31, o nome do novo técnico do Tupi Foot Ball Club. Quem liderará a equipe que participará das disputas da Série D do Campeonato Brasileiro é Ricardo Drubscky de Campos, 51 anos. O acerto ocorreu em um almoço com a diretoria em Juiz de Fora. Drubscky é natural de Belo Horizonte e já comandou o departamento de futebol do Cruzeiro, Atlético-MG e Atlético-PR, além de ter sido técnico de equipes como Atlético Mineiro, Cruzeiro, Democrata-GV, Ipatinga, entre outros. Seu último clube foi o Monte Azul, na Série A2 do Campeonato Paulista, em 2010 e 2011.
Muito bem recomendado, o profissional chega ao Alvinegro buscando uma oportunidade para conquistar uma boa colocação no Campeonato e pretende usar toda sua experiência no futebol para alcançar o melhor resultado.
Após a contratação do técnico a diretoria corre contra o tempo para a contratação dos jogadores que irão compor o grupo para a série “D”. A apresentação dos atletas está marcada para segunda-feira, 6, às 15:30h, no C.T. de Santa Terezinha. A expectativa da comissão é de que pelo menos 80% do grupo que fez parte do Mineiro esteja presente para o início dos trabalhos."
quarta-feira, 4 de maio de 2011
O Sheik é fake - ou quando a inconsequência fica maior que a bola
| Foto: Wallace Teixeira |
Se Emerson ganhou o apelido de Sheik pela suntuosidade que o senso comum atribui a esse título é difícil dizer. Muito menos seria pelo significado que o termo tem para a cultura islâmica. Sheik, ou mais precisamente "Sheikh", significaria o ancião, sábio, erudito conhecedor das regras da cultura maometana em seus detalhes maiores.
"Nosso" Sheik, Emerson, está mais pra Sheik de Agadir, em referência a telenovela da Rede Globo. Lá o Sheik-Fake tinha suas cenas gravadas nas dunas de Cabo Frio, como se fosse no deserto do Saara.
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