sábado, 10 de setembro de 2011

O super herói tricolor


Meu primeiro herói no futebol era carrasco do Flamengo, principal rival do Flu. Estampava um sorriso inconfundível em campo e corria como garoto quando marcava um gol, a saudar a torcida.

Meu primeiro herói no futebol, não era qualquer jogador, era um Super Herói. E na narração de Januário de Oliveira aprendi a amar futebol, e ainda mais o Fluminense quando ele bradava que "Super Ézio era cruel e sabia que era disso que o povo gostava".



quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Só a luta muda a vida! Viva a luta dos educadores e educadoras!

Ser professor, sonho antigo da minha parte, realizado com amor e esperança, sonho do qual não abro mão e me torna uma pessoa realizada. Desde 1996, quando eu me encantava com as aulas de História de excelentes professores e professoras que passaram pela minha vida, a certeza já brotava.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Truculência da PM contra estudantes e professores em JF

Fica a pergunta: como se não bastasse o desrespeito a lei do piso, o governo de Minas, através de sua polícia, vai usar da violência contra manifestações legítimas dos educadores e estudantes?

Não vamos recuar!

A greve continua!

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Por que Ciro não é aproveitado?

(Foto: Bruno de Lima) Lance!
Quando o jovem Ciro marcou seu primeiro gol com a camisa do Fluminense, contra o Atlético Paranaense, deixou transparecer uma emoção nítida. Para um locutor incauto, Ciro parecia não estar acreditando que teria feito um gol, porém, depois do jogo fez questão de contar que a emoção veio por estar realizando um sonho do pai, que sempre quis vê-lo atuando por um clube de tradição como o Fluminense.

Para alguns tricolores como eu, que acompanharam a trajetória do jovem Ciro, sua vinda para o Fluminense representava uma possibilidade de ver um atleta de futuro promissor, com grandes feitos com a camisa do Sport, despontar e contribuir para o projeto de um Flu vencedor.

sábado, 6 de agosto de 2011

O Fred pode ficar. Surfar, passear, beber. E daí?

Frederico Chaves Guedes - herói tricolor. Pelos serviços prestados ao eterno, merece meu respeito.

Caros amigos e amigas, haja estômago para nos debruçarmos sobre o futebol em certos momentos, não é? Quando o Flusão começa a engrenar, a equipe ganhar corpo, vem um incidente desse, e ainda por cima, com o Fred.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Educação informal e a superação da subalternidade

Eu e minha bisavó Maria. Meu sorriso explica tudo, não é?

Em um país de longa tradição escravocrata é marcante a subalternidade aferida a certas profissões. O trabalho braçal, em nossa trajetória histórica, ficou sempre marcada e associada a inferioridade. Não é por menos que negros e negras, além do preconceito mais visível, sofrem com o fardo do fato de seu fenótipo determinar sua posição na estrutura econômica de uma sociedade.

Nenhuma sociedade marca tanto seus membros com esse vestígio como a nossa. Nossa luta de clases tem a variável racial com um peso assustador, fazendo com que até mesmo negros e negras que tem um melhor acesso a bens materias e a educação, sofram esse preconceito, tendo suas oportunidades de vida limitadas, simplesmente por não terem a aparência que deveriam ter os médicos, gerentes, apresentadores de TV, dentre outras profissões.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Carta ao ministro deslocado


Senhor Ministro Nelson Jobim,

Suas credenciais dispensam apresentação. Como se não bastassem os elementos engedrados por sua trajetória, sua relação fraternal com o tucanato, sua amizade com José Serra (o homem que abriu a caixa de Pandora do preconceito no Brasil contemporaneo, o candidato da bolinha fake de papel) tivemos o (des)prazer de tomar conhecimento do papel de agente duplo do senhor, através das revelações do Wikileaks (para quem não se lembra, clique aqui).